Sua opinião:
comentou em 16/03/2012 11:55
Bom dia Gilberto. Quando falamos de Deus gera em cada um conceito básico da sensibilidade de Deus. Não podemos enquandrá-lo nas picuinhas sentimentalistas de nós humanos. Deus está acima de tudo que nos cerca e envolve. E com certeza Ele sendo Pai Generoso e Justo para com a Sua criação, sabe que nós, Seus filhos, fomos criados simples e ignorantes. O caminho para o despertamento é longo e cheios de armadilhas que nós mesmos colocamos em nosso caminho. Deus de fato aguarda o nosso restabelecimento espiritual e não apenas material para que possamos haurir sempre do que doamos. O ato de pedir é humano. Contudo o ato de retribuir o que recebeu é divino. Não precisamos de cair para aprender. Creio que vendo outros cairem se nos forma uma visão do certo e do errado. Se caimos é por desprepararo. Se continuamos na seara de aperfeiçoamento é porque angariamos as lições a nós investidas. E em cada pedido feito, agora será de agradecimento a Deus por tudo. Forte abraço amigo. Fique em paz.
respondeu em 16/03/2012 13:03
Concordo contigo Fantasma, mas você há de convir que muitos ficam a vida inteira pedindo, sem nunca fazer nada de relevante, sem nunca agradecer, sem nunca ensinar.
Como se a vida fosse resumida ao esmolar, ao esperar, ao receber, sem nunca levantar para pescar.
Quanto a ignorância, somos tão ignorantes como nossos filhos e nem por isso esperamos que eles não gerem frutos com os conhecimentos que nós lhe passamos.
Um grande abraço
respondeu em 16/03/2012 13:14
Certamente Gilberto. Não podemos generalizar não é mesmo? Forte abraço.
comentou em 18/03/2012 21:05
Ola Gilberto,
Meu amigo Boa noite,
Lindo texto,
Deus nos da promessa de vida e vitórias, deu seu único filho para que todo aquele que nele crê não pereça mas tenha vida eterna ,diz que levou sobre si todas as nossas dores e transgressões, e vivemos pela graça dele que nos é concedida, portanto seu texto esta bem detalhado e muito bem explicado ao dizer que realmente entristecemos o coração de Deus quando não assumimos a autoridade que ele nos dá, a posição de filhos, de herdeiros e co-herdeiros dele, de praticarmos o exercício da fé, e de tomarmos posse da autoridade que nos é concedida de verdadeiros vencedores, ao invés de apenas lamentarmos, ou até mesmo não nos responsabilizarmos e sermos verdadeiros diante dele e dos homens..Só o vem a nós e o vosso reino nada...mas é isto... o melhor é que temos a plena certeza que a fidelidade dele dura pra sempre,,,,temos que aprender a fazer o que ele nos ensinou, a tomarmos posse do que é nosso..

Abraços
respondeu em 19/03/2012 04:40
Olá Cecilia,
É bem por aí o que eu quis dizer com meu texto.
Se nós ficarmos apenas de braços abertos pedindo, nunca tomaremos posse de nada, nunca construiremos nada, nunca conquistaremos coisa alguma.
Obrigado por seu comentário
Um grande abraço
comentou em 20/03/2012 17:11
O grande problema se dá quando são misturados conceitos espirituais com conceitos materiais. Quando o Cristo disse "siga-me!", não quis dizer "siga-me e vos darei tudo" e sim "siga-me e faça tal como Eu faço" e nos ensinou regras para uma convivência sadia com os demais. Uma dessas regras foi "melhor servir do que ser servido", mas devido ao nosso olhar ego-materialista, a interpretamos como se fosse Ele a querer nos servir sempre. Daí o nosso eterno pedir.

Servir? Difícil quem o faça, a não ser para desencargos de consciência ou para conseguir algo em troca ou, ainda, em benefício de igrejas e seus sacerdotes... e isso sempre em busca de mais "graças", claro...

O Amor incondicional ao próximo, isto é, amor que não impõe condições para amar independente de quem seja este "próximo", regra primordial do ensinamento cristão, fica em último plano. Então surgem os "escolhidos" e os "excluídos"; os "salvos" e os "perdidos"; os "abençoados pelo Senhor" e os "endemoniados" e, muito ao contrário do que o Cristo ensinou, ódios e intolerâncias passam a fazer parte do "reino de Deus".

Que Deus nos perdoe por tudo isso... e que nós também aprendamos a perdoar e a aceitar com amor aqueles que não pensam como nós.

respondeu em 21/03/2012 00:17
Assino embaixo o seu comentário.
As igrejas de Cristo deveriam se unir pelo bem comum e pelo bem do ensinamento deixado, mas ao contrário, se tornam concorrentes cada vez mais ferozes.