Um sapo inocente foi levado até uma vasilha com água e jogado dentro dela, o sapo ficou tranqüilo a nadar, a vasilha foi levada até uma fogueira, o sapo continuava tranqüilo a nadar, a vasilha estava na fogueira, o sapo sem nada perceber estava tranqüilo a nadar, a água da vasilha começou a esquentar, o sapo começou a se incomodar, a água da vasilha começou a ferver, ao sapo não restava mais nada a fazer... 

Primeiro eles passaram à noite e atiraram uma pedra em direção a nossa casa e nós não fizemos nada. Depois eles voltaram, à noite, chutaram a nossa cerca e nós não fizemos nada. Eles voltaram, à noite, outra vez e agora entraram em nosso jardim e destruíram nossas flores e nós não fizemos nada. Agora eles vieram de dia, tomaram nossa casa e nós não fizemos nada... 

Estas duas pequenas parábolas têm algo em comum, mas também têm uma grande diferença! A primeira, no que se refere ao estado de direito de um povo que se denomina democrático, é o alerta necessário para possíveis armadilhas que possam de alguma forma ter o seu estado de direito subtraído por forças nas quais não podemos confiar. A segunda é a diferença entre os incautos e os sabidos/acomodados, os dois podem ser apanhados nas armadilhas de governos totalitários/ditaduras, mas os dois não são iguais, enquanto um desconhece o perigo, o outro o identifica, o reconhece e se acomoda diante do perigo iminente. Portanto não há diferença entre um incauto e um sabido/acomodado, precisamos batalhar para mantermos nossos direitos e tem de ser todo santo dia!

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