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comentou em 06/05/2012 12:46
Amigo Bruno eu: Vejo com bons olhos este alerta aos Católicos, mesmo eu não sendo "católico" mas acredito em Deus e Penso que todas as Ideologias deveriam ter um certo respeito e serem mais autênticas e não sendo falsas em suas imagens que tentam passar para os incautos que não se a percebem disso em que esta bem Claro na Resposta de número um dada aos Fiéis, que reescrevo aqui bem assim "As respostas foram diretas:

Questão (1). Não. O comunismo é de fato materialista e anticristão; embora declarem às vezes em palavras que não atacam a religião, os comunistas demonstram de fato, quer pela doutrina, quer pelas ações, que são hostis a Deus, à verdadeira religião e à Igreja de Cristo".
comentou em 06/05/2012 13:20
Caro Charles,

Agradeço o seu comentário. Ele é valioso, sobretudo porque parte de alguém que não professa a fé católica. Porque aqui, penso, o problema não está discussão doutrinária religiosa, mas, sim, na questão que você ressaltou: a redução do mundo à matéria – como o faz o Comunismo. As consequências de assumir esta concepção no plano político já foram tragicamente experienciadas na história – e ainda hoje ela permanece com força e vigor.

Abraço,
Bruno Braga.
http://dershatten.blogspot.com

Belo Horizonte, 06 de Maio de 2012.
comentou em 12/05/2012 20:59
Misturar religião e política é um fato. Todos sabemos da simpatia dos romanos pelo fascismo e nazismo. Assim, uma congregação extremista como é o Santo Ofício, hoje Doutrina da Fé, sendo simpática à proteção da minorias em detrimento da maioria, é de se esperar tal posicionamento.
Acho natural que, ainda hoje, sejam sectários e preconceituosos.
respondeu em 15/05/2012 01:52
Caro Erick,

A relação entre política e religião não será compreendida apenas sob a perspectiva “externa”. É necessário sondar também o domínio “interior” da consciência humana: ai não uma fronteira que delimite na personalidade a fração do político e a do religioso. Porque o cristão, como qualquer pessoa, é “um”, é “indiviso”, um “indivíduo”. Na postagem mais recente do meu blog comento esta questão que é pertinente aqui (Cf. “Habilidade de leitura – Exercício prático e uma consideração sobre Estado e Religião” [http://dershatten.blogspot.com.br/2012/05/habilidade-de-leitura-exercicio-pratico.html], especificamente item III, Terceira leitura – Leitura crítica ou Analítica).

Ademais, a Igreja Católica não está proibindo ninguém de ser Comunista. Mas se alguém se dispuser a sê-lo, que seja fora da Igreja. Isto não é questão de ser “sectário”, “extremista” e “preconceituoso”, como você coloca. Se fosse assim, poderia dizer o mesmo de você caso se opusesse a um sujeito que mete o pé na porta da sua casa, invade-a, e da cabeceira da mesa de jantar, começa a ditar regras para a sua família que são completamente opostas às suas. Porque note bem, o Comunismo é, na sua essência, uma Ideologia materialista – uma oposição de natureza, frente à metafísica cristã.

Quando você afirma “todos sabemos da simpatia dos romanos pelo fascismo e nazismo”, neste “todos”, por favor, não me inclua. Porque nestes regimes – e também no Comunismo, como na União Soviética, na China, em Cuba – aconteceu completamente o oposto: a perseguição dos cristãos, incluindo os católicos.

Outra inversão aparece no seu comentário. A Igreja Católica não protege a “minoria” em detrimento da “maioria”, como você diz. Simplesmente porque a fé católica representa uma fração considerável na cultura mundial, e no Brasil é a própria “maioria”.

Cordialmente,
Bruno Braga.

Belo Horizonte, 14 de Maio de 2012.
respondeu em 15/05/2012 08:42
Caro Bruno, como não sou a favor nem contra a religião, fica mais fácil analisar.
Temos várias tendências na Igreja Católica.

Eu me referi apenas a algumas organizações que existem dentro da Igreja Católica Romana que agem a favor da minoria, sectária e preconceituosa. E esta tendência não é pequena, pois o papa pertence à Doutrina da Fé.

No Brasil, os Jesuítas foram expulsos pela sua preocupação para com os índios e sua expulsão não abalou a fé oficial, que era católica, situação que durou até a proclamação da república.

Entre organizações da Igreja Católica, temos algumas como a Congregação para Doutrina da Fé, que substituiu o Santo Ofício, bem como a Tradição, Família e Propriedade (TFP) cuja tendência é claramente de extrema direita. Sabemos dos crimes contra a humanidade cometidos pela primeira e do sectarismo e preconceito da segunda. São fatos.

Outras organizações dentro da Igreja Católica, por sua vez, atuam de forma eficaz contra a miséria e a favor da justiça social como são os casos da Pastorais, que promovem uma importante obra de ação social no Brasil. É sabido que nunca foram bem aceitos por algumas autoridades da ditadura, os católicos que atuavam em defesa da liberdade e a favor de causas sociais. Nos tempos da ditadura, alguns padres eram chamados de subversivos, outros eram bem aceitos.

Vemos forças antagônicas dentro da Igreja Católica. Cabe a cada católico escolher sua ação: se a favor de conquistas sociais ou a favor do sectarismo e do preconceito.
respondeu em 16/05/2012 02:04
Caro Erick,

Não compreendi como a sua “indiferença” a respeito da religião facilita a análise do problema. Porque para compreender a questão não é necessário professar ou abdicar da Fé, basta honestidade intelectual.

Nos termos em que você coloca não há várias “tendências” dentro da Igreja, porque seria o mesmo que dizer que existem “várias Igrejas”. Ora, isto violaria não apenas o conceito de “católico”, que significa “universal”; mas obstruiria o propósito mesmo do esforço para manter esta “unidade” através da tradição histórica. Uma expressão deste esforço é o “alerta” contra o Comunismo apresentado no texto principal. Nenhuma organização – seja ela a Congregação para a Doutrina da Fé ou qualquer outra – nem mesmo Papa, pode romper com esta herança.

Entre os Padres que foram chamados “subversivos”, certamente havia aqueles que de fato o eram. Esta acusação não pode ser contestada com estereótipos como “ditadura”, “extrema direita”, “sectarismo”, “preconceito”. Porque do ponto de vista da Igreja havia sim “subversão”; não política, mas na profissão de contrário à fé católica, frequentemente alimentado pela “Teologia da Libertação”, que é essencialmente Comunista.

Cordialmente,

Bruno Braga.
http://dershatten.blogspot.com

Belo Horizonte, 15 de Maio de 2012.
respondeu em 16/05/2012 08:48
Ser agnóstico afasta o fanatismo, mal que ocasionou crimes como a inquisição ou o extermínio de índios. E, mais recentemente, organizações de direita na igreja que apoiou uma ditadura que cometeu crimes no Brasil.
Pessoas tendenciosas pregam o extermínio de comunistas, índios, negros e pobres. Embora existam, na Igreja Católica tendências favoráveis aos ensinamentos de Cristo, como o desapego a bens materiais e à fraternidade e igualdade entre os homens, existe também pessoas favoráveis ao preconceito, e à ignorância movidos pelo fanatismo. Por isso mesmo não faço parte de igreja alguma.
respondeu em 16/05/2012 20:39
Erick,

O fato de declarar-se agnóstico - e dizer que isto o afasta do fanatismo - é uma presunção descabida. Você se eleva a uma posição privilegiada a partir da qual julga estar apto a emitir um juízo apropriado e isento.

No entanto, você mesmo não percebe as “tendências” que afirma em seus comentários. Por exemplo, frequentemente você condena e censura a “direita”. Atribui a este estereótipo tudo o que é moralmente asqueroso e repugnante: “sectário”, “ignorante”, “preconceituoso”. Suponho que você não esteja deste “lado”, mas sim, no lado do “bem”. É possível que se coloque também acima do “bem” e do “mal”, considerando a declaração que fez acima.

De qualquer maneira, esta conversa está se desviando do conteúdo mesmo do artigo: a orientação da Igreja Católica aos seus fiéis, que expõe a incompatibilidade entre o Comunismo e o Catolicismo. Simples.

Bruno Braga.
http://dershatten.blogspot.com

Belo Horizonte, 16 de Maio de 2012.